domingo, julho 24

News TV, por Marcos Silvério - 24 Jul

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


Globo usa novelas para veicular campanhas sociais


“Tudo começa pelo respeito”. Esse é o mote principal de um filme que a Globo começa a exibir no próximo dia 27, marcando o lançamento do que ela chama de uma “plataforma de mobilização social” contra o preconceito e a discriminação e em defesa da diversidade.

O lançamento aproveita o barulho causado esta semana pela novela “Liberdade, Liberdade”, que exibiu, pela primeira vez na TV aberta, uma cena de sexo entre dois homens. “Buscamos sinergia com a grade de programação e, neste caso, é uma super oportunidade”, diz ao UOL Beatriz Azeredo, diretora de responsabilidade social da Globo.

O primeiro filme vai abordar assédio sexual, violência, racismo e homofobia. A campanha é feita em parceria com Unesco, Unicef, Unaids e ONU Mulheres.

Que fique claro: Mario Teixeira, autor da novela, não escreveu a trama sobre o envolvimento de Tolentino (Ricardo Pereira) e Andre (Caio Blat) a pedido da área de responsabilidade social. Mas está ajudando a promover a campanha, como fez no início da semana no “Encontro com Fátima Bernardes”.

Em outras novelas, porém, sugestões foram acatadas e, de alguma forma, provocaram mudanças nas tramas. Beatriz Azeredo cita quatro exemplos recentes. Em todos os casos, os autores e diretores foram consultados e se mostraram receptivos à ajuda.


Cheias de Charme: Ao saber do tema da novela, antes da estreia, a área de responsabilidade social promoveu um fórum com os autores e representantes do movimento de trabalhadores domésticos, advogados etc. Os temas discutidos serviram de subsídio para Filipe Miguez e Izabel de Oliveira e apareceram em diferentes situações da novela.


Velho Chico: A Globo assinou um termo de parceria com a Conservação Internacional, uma organização sem fins lucrativos, cujo objetivo é “trabalhar para garantir um planeta saudável e produtivo para todos”. A ONG atualiza os autores, Benedito Ruy Barbosa e Bruno Luperi, e o diretor Luiz Fernando Carvalho a respeito dos temas de meio ambiente, um dos aspectos principais da novela.


Malhação: Como a atual temporada envolve duas escolas públicas, uma boa e outra em mau estado, a emissora promoveu um fórum com alunos, professores, diretores e ex-secretários de Educação destinado a dar subsídios ao autor, Emanuel Jacobina.

Malhação 2: A área de responsabilidade social apresentou Jacobina ao trabalho da Unaids, o programa das Nações Unidas de combate a Aids. Deste encontro, nasceu a decisão de incluir na história da novela um casal no qual o garoto, Henrique (Thales Cavalcanti), é HIV positivo (já nasceu com o vírus) e sua namorada, Camila (Manuela Llerena), não é infectada. Um vídeo incentivando a testagem dos jovens foi veiculado e uma websérie, “Eu Só Quero Amar”, foi criada para divulgar o tema.

Na segunda fase do projeto, informa a Globo, organizações da sociedade civil que atuam na defesa de direitos ganharão espaço na grade da emissora para a veiculação de filmes em parceria ou produzidos por terceiros. Já há filmes programados até o ano que vem.

Fonte: UOL


Pedro Bial "concorre" à vaga de Jô Soares


Apesar de deixar claro que nada ainda foi definido, e que ainda estão sendo avaliados nomes e formatos, a Globo confirmou à esta coluna que Pedro Bial é cotado para assumir o horário ocupado hoje pelo "Programa do Jô", a partir do próximo ano.

Ao contrário de alguns rumores veiculados nas últimas semanas, a "oficialização da candidatura" de Bial ao horário não significa que o talk-show de Marcelo Adnet tenha sido descartado ou esteja sob risco.

Segundo a emissora, por meio da CGCom, "Adnet nunca foi opção para o horário de Jô. Seu programa é semanal e em outro horário.".

Se o projeto de Bial for aprovado, será um programa diário.

Até o momento não há nenhuma informação sobre que tipo de programa será. Tudo indica que seria um talk-show, mas a emissora mantém tudo em sigilo.

A partir de 2016, a TV brasileira perde uma de suas melhores atrações, o "Programa do Jô", após 16 anos na grade da emissora.

O apresentador, porém, já avisou que não vai parar, seja na Globo ou fora dela.

Há meses surgem rumores de que o SBT teria interesse em contratá-lo novamemente.

Foi justamente na TV de Silvio Santos que Jô "nasceu" como entrevistador em 1988. Outra possibilidade aventada seria que Jô se transferisse para o canal GNT, da Globosat. Por ora são apenas hipóteses.

Além de ator e apresentador, Jô também atua como dramaturgo, roteirista e escritor.

Fonte: Ricardo Feltrin


O encontro das Tancinhas em "Haja Coração"


Intérprete de Tancinha na novela "Sassaricando", em 1987, Claudia Raia gravou na última segunda-feira (18) com Mariana Ximenes, que faz a personagem na releitura "Haja Coração".

Antes da estreia da atual trama das sete, Claudia havia pedido ao autor Daniel Ortiz para fazer uma participação, e foi atendida.

Na história, Beto (João Baldasserini) leva Tancinha (Ximenes) para assistir à peça da atriz e elas se encontram no camarim. A feirante é fã de "Cláudia das Raias".


Na versão original, a personagem era apaixonada por "Fernanda dos Montenegro".

Após a gravação, Claudia Raia publicou uma foto em seu Instagram e escreveu: "Amor de mãe e filha e Tancinhas! Obg @daielortiz equipe Haja coração por esse encontro tao amoroso, @marixioficial eu te amoooo!!!".

A cena é prevista para ir ao ar no dia 5 de agosto.

Fonte: Na Telinha


Globo terá sua primeira narradora esportiva


Glenda Kozlowski será a primeira mulher narradora da Globo nos Jogos Olímpicos. E, para sua estreia, a jornalista tem feito uma imersão no mundo da ginástica, competição que irá trabalhar no evento do Rio de Janeiro, no mês de agosto.

“(Estou) Estudando muito, lendo, conversando com atletas, técnicos, assistindo às competições. Não existe outra forma de se preparar a não ser estudando. Estou fazendo também uma imersão, vou aos treinos, converso com todos envolvidos. A minha bagagem como repórter está me ajudando muito", disse ao UOL Esporte.

A apresentadora do Esporte Espetacular falou que foi uma surpresa o convite da Globo para narrar as competições durante os Jogos do Rio de Janeiro.

“Foi uma surpresa gostosa e desafiadora. Foi maravilhoso depois de 20 anos de casa receber um desafio como esse e me colocar à prova de novo”, completou.

Glenda também comentou sobre o fato de ser a primeira mulher a ter espaço como narradora na Globo.

“Acho que é uma evolução natural. E encaro isso como uma oportunidade muito bacana. A Globo é sempre aberta a novas propostas e ideias. Durante os 20 anos em que trabalho na emissora, sempre tive várias oportunidades para aprimorar e aprender novas coisas".

Fonte: UOL


"Trapalhões" e "Chacrinha" devem ganhar releituras na Globo


 Dois dos mais clássicos programas da história da TV brasileira, "Os Trapalhões" e "Cassino do Chacrinha" devem ganhar releituras na Globo em 2017.

Segundo a jornalista Cristina Padiglione, do Estadão, estes dois projetos estão na agenda de programação da emissora carioca para o ano que vem.

A nova versão de "Os Trapalhões" tem aval de Renato Aragão, o Didi, que faria uma participação no programa.

No papel de Didi, já estaria escalado o ator Rodrigo Sant'anna, que tem um estilo de humor considerado parecido. Como Mussum, estaria escalado o filho do humorista, o ator Mussunzinho.

Dedé Santana e Zacarias ainda não tem atores escalados, mas isso deve ser definido até o fim do ano. A ideia é colocar o humorístico no ar no fim de 2017, assim como foi com a nova geração da "Escolinha do Professor Raimundo".


Já a reedição do "Cassino do Chacrinha", clássico programa apresentado por Abelardo Barbosa aos sábados nos anos 80, seria comandada por Stepan Nercessian, que já faz no teatro um espetáculo sobre a vida de Chacrinha.

Estre projeto seria um especial para as tardes de domingo, mas também sem data definida - indo ao ar apenas no segundo semestre de 2017.

A Globo aposta no sucesso dos programas, que estão sendo cuidados pelo diretor Ricardo Waddington.

Fonte: Na Telinha


"Verdades" em DVD tem mais drogas e "nudes"


Saudades de "Verdades Secretas"? A novela, exibida pela Globo em 2015, foi lançada agora em DVD com "cenas estendidas", segundo a divulgação do produto. Essas "cenas estendidas" mostram mais do que o público assistiu impressionado na TV: consumo de drogas, nudez e sexo explícito.

A novela foi remontada para o formato de série. Dos 64 capítulos originais, a nova versão ficou com 25, cada um com 55 minutos de duração. A responsável pela edição foi Valéria Barros, supervisionada por Mauro Mendonça Filho, diretor de núcleo da novela de Walcyr Carrasco.

"Tudo é uma questão de síntese e fazer a história andar mais rápido. Ficou ótimo, não tem aquelas repetições de novela. Os capítulos terminam sem um gancho de abrir a porta e 'estou aqui', sempre chegando no final das coisas. A história é muito mais dinâmica", explica Mendonça ao UOL.

Mais drogas e mais sexo - Sobre as cenas estendidas, o diretor afirma que "são mais de drogas e sexo". No DVD, Larissa (Grazi Massafera) aparece consumindo crack e Bruno (João Vitor Silva), cocaína, mais explícito do que na TV.


"'Verdades Secretas' conquistou, ao longo da novela, uma credibilidade de mostrar consumo de drogas, mostrar que as pessoas consomem porque estão buscando coisas e não aquela hipocrisia de dizer que a droga é um elemento maléfico. Ela é um elemento maléfico sim, mas as pessoas consomem porque vão em busca. O consumo de droga na exibição ao vivo foi um pouquinho mais velado", explica o diretor.

"Para eu poder chegar naquela Cracolândia e mostrar todo mundo fumando crack, eu tive que ir devagar no começo. No seriado, com a coisa já estabelecida e buscando um público internacional, posso mostrar mais explícito o consumo de drogas. Aparece mesmo. É falso, claro", complementa.

As cenas de sexo, que surpreenderam o público acostumado às novelas tradicionais, serão mais frequentes no DVD, principalmente as do início da trama. A transa entre Alex (Rodrigo Lombardi) e Samia (Alessandra Ambrosio), que na TV se resumiu aos seios da top model e o bumbum do galã, ficará mais picante no formato de série.

"No começo, também havia uma preocupação de não chocar tanto o público com uma pegada sexual. Do meio em diante, achamos uma linguagem bem explícita. Tanto a empresa [Globo] quanto nós vimos que o público não tinha se chocado. Remontamos as primeiras cenas no começo, mais sexuais, mais com uma duração um pouco maior, deixando a sexualidade visível", diz Mendonça.

Para o diretor, o público que comprar o DVD não se chocará porque esperam assistir às cenas explícitas: "Quando as pessoas pagam, não querem ver uma coisa velada, querem ver tudo. Na TV aberta é o contrário, a imagem está chegando em casa, tem que ter certo cuidado".

Novela feita como série - A ideia de reeditar "Verdades Secretas" foi de Mauro Mendonça, que tinha acabado de trabalhar na série "Dupla Identidade" (2014) e dirigiu a novela como se fosse um seriado. Para ele, a linguagem de série está transformando a forma de fazer novelas e outras produções na TV.

"Seriado é uma revolução na dramaturgia de televisão, todo mundo tem um seriado pelo qual é apaixonado e está ensinando muitas coisas, sofisticando mais o público, as coisas são menos didáticas, é muito próximo do cinema. Para o mercado, é ótimo. Grandes atores fazem seriado, os textos são ótimos e está difícil sair de casa para ver um drama. Cinema vende muita "pipoca", no sentido metafórico. É muito espetáculo visual louco ou para se divertir. A TV vem pegando muito o lugar do drama", opina.

Fonte: UOL


Fox desiste de minissérie sobre 'Mamonas Assassinas'


A Fox decidiu deixar o projeto da minissérie sobre os “Mamonas Assassinas”, da Record. O canal pago exibiria a produção em uma segunda janela.

A Record “desmobilizou” a equipe da minissérie porque a Ancine ainda não liberou a captação dos R$ 4,6 milhões previstos para o projeto. A produção é da Endemol Shine, via produtora OSS.

As informações são da coluna Outro Canal, assinada por Lígia Mesquita e publicada na Folha desta quarta-feira (20).

A produtora Endemol Shine afirma que o projeto será retomado em breve.

“Mamonas Assassinas – A Série” terá Ruy Brissac (Dinho), Adriano Tunes (Julio), Elcio Bonazzi (Samuel), Vinícius de Oliveira (Sérgio) e Alberto Hinomoto (Bento) interpretando os cinco integrantes da banda.

Fonte: UOL


"Chapa Quente" não terá nova temporada


O seriado "Chapa Quente", que estreou no ano passado, não ganhará nova temporada na Globo.

Apesar dos bons números de audiência no Rio de Janeiro e na Grande São Paulo, em torno dos 22 pontos nesta última praça, a Globo avalia que o programa não tem mais história para contar, segundo antecipou a coluna Canal 1.

Há um certo cuidado para que ela não se desgaste como "Tapas & Beijos", que capengou em suas últimas temporadas, ou mesmo "A Grande Família', que sofreu transformações em seus últimos anos.

Com isso, uma fila para ocupar o horário já está sendo formada.

Ingrid Guimarães está reservada para a substituta de "Sol Nascente" às 18h, no primeiro semestre de 2017.

Já Leandro Hassum fará um especial de fim de ano ao lado de Mel Maia.

Fonte: Na Telinha


Cláudia Rodrigues relata assalto em Curitiba


Cláudia Rodrigues usou seu canal no Youtube para contar aos seus fãs e seguidores que sofreu um assalto em Curitiba. A atriz, que foi fotografada por um paparazzo usando cadeira de rodas no aeroporto Santos Dumont, nesta sexta-feira, 22, disse que os bandidos quebraram seu tornozelo e que ela terá que ficar dois meses sem colocar os pés no chão, atrasando assim, seus planos de lançar seu programa na internet.

"Vim aqui dar uma notícia triste, eu e minha filha e minha empresária fomos assaltadas em um bairro nobre de Curitiba por dois homens armados. Com muita violência tiraram a gente do carro, quebraram meu pé, meu tornozelo, minha fíbula... Por conta disso vou ficar dois meses sem colocar meus pés no chão. Os meus planos mudaram. Em outubro eu ia estrear o programa cara a cara com Claudia Rodrigues e passou para o ano que vem", disse.

 Desde que descobriu a esclerose múltipla, ela contou que aprendeu a lidar com a doença. "Hoje tiro de letra, graças a força que tenho recebido da minha filha, da minha empresária, mas é muito chato ter limitações. Antes eu fazia tudo. Hoje não posso mais devido a esclerose múltipla e isso é péssimo para mim."

Entenda a doença de Cláudia Rodrigues - A esclerose múltipla é uma doença autoimune que afeta o cérebro e a medula espinhal (sistema nervoso central). Os sintomas da doença são perda de força, espasmos musculares, depressão, falta de equilíbrio e fadiga. A esclerose múltipla não tem cura mas pode ser controlada com medicamentos.

Fonte: EGO


Joana Fomm faz apelo para trabalhar


A atriz Joana Fomm tem um vasto currículo na TV, tendo atuado em diversas novelas na Globo e em outras emissoras.

Seu último trabalho foi na série "Os Experientes", da Globo, e "Magnífica 70", da HBO. Já em novelas, fez uma participação nos últimos capítulos de "Boogie Oogie" (2014-2015).

Na noite desta quarta-feira (20), ela escreveu no Facebook: "Amigos, estou precisando trabalhar. Como atriz ou jornalista. Tem horas que fica difícil ainda. Ainda não tinha encarado essa. Alguém precisa de mim?", escreveu.

Seus fãs foram bastante solidários, e fizeram menções para que o SBT, Record e Globo contratassem a atriz.

Joana Fomm já venceu um câncer de mama e tem sob controle a disautonomia, uma doença neurológica que causa desequilíbrio.

Recentemente, ela foi especulada para integrar o elenco de "Carinha de Anjo", do SBT, mas não passou disso.

Deu certo - A artista contou que recebeu propostas de trabalho. “Uma é de cinema e a outra de TV. Foram duas boas notícias que recebi, mas ainda não posso dar detalhes sobre esses trabalhos. Quando estiver tudo certo, eu falo”, contou ao site Purepeople.

Fonte: Na Telinha


Arnaldo Duran revela que está com doença degenerativa


O jornalista Arnaldo Duran, 64 anos, usou seu perfil no Facebook, nesta quarta-feira, para divulgar que foi diagnosticado com a Síndrome de Machado-Joseph, que, segundo o próprio, é degenerativa, sem cura e fatal. Esta doença é a mesma que matou, no início do mês, o ator Guilherme Karam.

De acordo com o depoimento que postou em vídeo em seu perfil oficial do Facebook, ele descobriu estar com a síndrome, que também atinge outras pessoas da família, em fevereiro de 2015. Na legenda da gravação, Duran escreveu que “A doença não é contagiosa. Mas como é rara, desconhecida, há muito preconceito”.

“A síndrome também é chamada de ataxia cerebelar, uma disfunção dos neurônios do cerebelo, parte do cérebro que é responsável pelo equilibro do corpo, coordenação motora, deglutição, capacidade de falar e até de respirar. A ataxia é confundida com mal de Parkinson ou embriaguez, por causa do andar trôpego e da dificuldade de falar conforme os sintomas avançam. Mas nós não bebemos bebidas alcoólicas. Ainda não há medicamento, mas desde 2010 eu frequento uma instituição que promove a fé não emotiva, não religiosa e que tem me ajudado bastante. Depois e volto a falar sobre o assunto. Obrigado por me ouvirem”.

Fonte: Jornal Extra


Walcyr Carrasco conta o segredo do sucesso


"Tudo o que acontece de ruim na vida da gente é para melhorar."

Essa frase carregada de resignação é o mote da novelinha caipira "Eta Mundo Bom!", que a Globo exibe desde janeiro às 18h.

A máxima proferida frequentemente pelo protagonista Candinho (Sérgio Guizé) e por seu mentor, Pancrácio (Marco Nanini), reverbera muito bem no público.

Se a ideia do autor Walcyr Carrasco era levar uma mensagem de otimismo, com comédia pastelão, em um momento turbulento do país, o objetivo foi alcançado.

A trama, dirigida por Jorge Fernando, é atualmente a maior audiência da Globo, dando mais de 30 pontos de média no Ibope em São Paulo (cada ponto equivale a 197,8 mil espectadores) e batendo a novela das 21h, "Velho Chico".

O folhetim de época, inspirada em "Cândido", de Voltaire, e no filme "Candinho", de Mazzaropi, é a mais vista no horário desde 2011.

Este é o segundo sucesso de Carrasco no período de um ano. Em 2015, o autor fez "Verdades Secretas", às 23h, em que abordou prostituição e consumo de drogas.

Carrasco afirma não se importar com os números. "Minha conexão com a novela é emocional. Essas análises são do departamento de marketing. Se o autor ficar preocupado com quanto vai dar [no ibope], não vai dar." Ele falou à Folha por telefone:

É difícil manter esse distanciamento em relação aos números de ibope?
Fico feliz com o sucesso, mas não me prendo a ele. Na literatura falam "tal livro é ótimo". Quando vai ver, é ruim, mas dizem que é ótimo porque vende bem. E um ótimo livro pode vender pouco. Essa visão mercadológica pode afetar o autor. Tem que escrever não pensando em vender. Eu não esperava ter um sucesso desses, minha ideia era contar a história que desejava.

O contexto do país ajudou a novela por ela ser otimista?
Claro que queremos mensagem otimista, que toque as pessoas, quando se tem 1 milhão de desempregados, porque nesse momento o público corre o risco de ligar a TV e só ver notícias ruins.

Quando escrevi a novela, queria que a pessoa pudesse sentar e falar: agora vou sorrir. É um momento de sentar, sorrir. O melodrama da novela é assumido, uma forma de pensar a vida com leveza. As pessoas saem mais leves do sofá depois da minha novela.

Há vergonha em se fazer melodrama na TV?
É uma questão da cultura brasileira, latino-americana, muito fruto da intelectualidade. A universidade é muito crítica à estética que busque mais a forma do que o conteúdo, isso faz com que tenhamos preconceito com alguns gêneros, o melodrama, a comédia. As maiores bilheterias do cinema hoje são de comédias. Como se o cineasta fosse obrigado a fazer filme cabeça.

Qual o produto de exportação mais forte do Brasil?
A telenovela, porque ela assume o melodrama. Quando falo: vou fazer um drama assumido, estou investindo no conteúdo. As pessoas sentem até culpa por ter sucesso. Já vi atriz que fez fortuna com peça comercial dizendo: "Agora quero fazer peça séria". Como se aquilo de que o povo gosta fosse uma coisa feia. Já fiz coisas bem fortes, tenho Prêmio Shell de teatro, mas isso não me faz escrever sem olhar aquilo que o povo quer.

E como saber o que ele quer?
É intuição do autor. O público sempre nos surpreende. Uma coisa sei: desde a antiga Babilônia, o público quer uma história bem contada. Tento fazer com que em cada capítulo a pessoa saiba tudo que esteja acontecendo. A pessoa liga pela primeira vez em qualquer capítulo de 'Eta Mundo Bom!' e se situa na história.

Sua novela "Amor à Vida" mostrou o primeiro beijo gay em novelas, em 2014. Houve evolução de lá para cá em relação a esse tema?
Não. Acho que hoje o Brasil tem uma grande bancada evangélica [no Legislativo], que atua fortemente na repressão a essa situação. Não acho que evoluiu como deveria, falta muito.

Fonte: Folha


Morre o jornalista Eliakim Araújo


Morreu aos 75 anos o jornalista Eliakim Araújo. Ele estava internado em um hospital de Fort Lauderdale, nos Estados Unidos, para o tratamento de um câncer no pâncreas. A doença foi diagnosticada há cerca de um mês e o jornalista chegou a se submeter a um tratamento de quimioterapia, mas não resistiu.

Natural de Guaxupé, Minas Gerais, Eliakim Araújo ingressou no jornalismo aos 20 anos pelo rádio quando ainda era estudante de direito.  Foi na Rádio Continental que anunciou a renúncia de Jânio Quadros à presidência, em 1961. Passou então quase duas décadas na Rádio Jornal do Brasil.

Começou na televisão em 1983, quando se uniu à equipe de jornalismo da Rede Globo. Na emissora, ele conheceu a mulher, a também jornalista Leila Cordeiro. Eliakim assumiu a bancada do Jornal da Globo em 1983. Em 1986, os dois passaram a apresentar juntos o telejornal, formando o primeiro casal de apresentadores da televisão brasileira. Na Globo, Eliakim também fez reportagens, apresentou o programa Globo Repórter, comandou a cobertura dos desfiles de escolas de samba do Rio de Janeiro e cobriu a eleição de Tancredo Neves.

Juntos, Eliakim e Leila seguiram para a extinta Rede Manchete em 1989. Eles ancoraram o principal jornal da emissora. Em 1992, em São Paulo, também com mulher, Eliakim apresentou telejornais do SBT como o Aqui Agora e o Jornal do SBT.

O casal se mudou para os Estados Unidos em 1997 para atuar como âncoras do canal CBS Telenotícias, em português. O projeto durou 3 anos e os jornalistas decidiram continuar morando no país. Por três anos, o jornalista apresentou o Câmera Record News, na Rede Record. Atualmente, Eliakim Araújo morava em Fort Lauderdale com a família e trabalhava com jornalismo online. Recentemente, ele e Leila Cordeiro apresentavam juntos o programa Conexão América, exibido pela internet.

Fonte: G1


Morre Lidoka, do grupo ‘As Frenéticas’


Morreu na madrugada deste sábado Lidoka Martuscelli, ex-integrante do grupo musical As Frenéticas, aos 66 anos. A informação foi divulgada pelo filho da cantora, Igor Machado, na página da mãe no Facebook. “Informo a todos que minha mãe, a eterna Frenética, voou às duas horas. Agora irá curtir as energias do céu!”, escreveu ele.

“Que sorte tive em poder me despedir, aceitar e entender sua ida. Agradeço muito a todos, vocês ajudaram muito a seu espírito subir com paz. Foi super tranquilo, em paz. Como um passarinho, palavras do enfermeiro que a estava acompanhando. Grande beijo a todos!”, terminou.

Lidoka enfrentava o câncer desde 2006. Ela teve um melanoma, tumor no intestino e, no ano passado, descobriu metástases pelo corpo. Há poucos dias, Igor afirmou na página da mãe no Facebook que ela não ia conseguir fazer uma cirurgia neurológica porque não teria condições de físicas para aguentar o procedimento. “Mas a guerreira continua seu caminho, agora com todo cuidado, amor e carinho. Além do conforto do Home Care, com uma cama hospitalar super confortável.”

Igor também fazia apelos aos fãs da cantora para que a ajudassem com doações. “Venho aqui para pedir doações para ela, já que sua pensão não está contemplando todo o necessário. Seja o valor que puderem, e quem não puder que continuem com as orações, que neste momento faz muito bem para o espírito”, escreveu.

O grupo As Frenéticas foi formado na década de 70 com a ajuda do jornalista Nelson Motta, que reuniu seis meninas, Lidoka, Leiloca, Dudu, Sandra, Edir e Regina, para fazer apresentações e, ao mesmo tempo, servirem mesas na boate The Frenetic Dancin’ Days Discothèque. Um dos maiores hits do grupo é, inclusive, derivado desse nome, Dancin’ Days.

Fonte: Veja

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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terça-feira, julho 12

News TV, por Marcos Silverio - 12 Jul

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


Cena entre André e Tolentino promete emocionar


Os encontros e desencontros de André (Caio Blat) e Tolentino (Ricardo Pereira) em Liberdade, Liberdade têm mexido com o público. E a expectativa para o grande momento em que os dois se entregam completamente ao sentimento reprimido que nutrem um pelo outro tem tudo para emocionar os que torcem pelo casal.

Cheias de sutilezas e com o extremo refinamento do diretor artístico Vinícius Coimbra, as sequências gravadas na terça-feira, dia 28 de junho, emocionaram todos os que estavam presentes no estúdio. Os atores Letícia Isnard, Bruno Ferrari e Mateus Solano, por exemplo, acompanhavam a movimentação e não escondiam a curiosidade de ver o resultado do que estava sendo gravado. Todos sabiam que aquele era um grande momento!

 

Para Vinícius Coimbra, o drama retratado pelos dois personagens vai além deles dois. “Eu sempre me pergunto como deve ser difícil você não poder ser quem você é e, de alguma forma, você  ter que se reprimir perante a sociedade ou pela sua cor, ou pela escolha sexual, ou pela religião. Eu acho que em diversas partes do mundo as pessoas sofrem com isso."

Foi através deste sentimento tão comum ainda hoje em dia que veio a inspiração para dirigir a sequência: "Eu tentei buscar nesta cena a identificação com o público para que o  próprio público pensasse sobre o tipo de repressão que sente”. Vinícius quis sensibilizar as pessoas, dando a elas a oportunidade de questionarem seus  próprios conceitos em uma linda sequência cheia de romantismo e paixão.


O que se viu durante a gravação foi um cuidado imenso, muita sutileza e total entrega dos dois atores. “Acho que a gente tem a tendência de falar e pensar muito sobre a cena. Ali na gravação, no entanto, o que menos interessava era a gente pensar no texto ou na marcação. A gente queria viver aquele momento e tentar mostrar este conflito de, na época, eles não poderem viver isso publicamente. A intenção foi mostrar a força do amor que explodiu ali, mas que já estava quase explodindo há muito tempo”, pondera o ator Ricardo Pereira.

O desenvolvimento da história de amor entre Tolentino e André discute o preconceito, debate as intolerâncias e terá um fechamento surpreendente, adianta o autor Mario Teixeira.  “Trazemos a história de duas pessoas que têm sentimentos, mas não podem vivê-los, pois este é um período em que as relações do mesmo gênero eram proibidas por lei. São dois homens solitários, que vivem seus próprios – e diferentes – conflitos. Com o tempo, a atração começa a existir, mas os dois resistem muito a ceder ao que sentem um pelo outro, pois nesse período esse tipo de relação era chamada sodomia, crime passível de morte. Até que o amor entre eles fala mais alto”, afirma o autor.



O sentimento geral da novela, desde o seu primeiro capítulo, é de retratar as diversas formas de discriminação e intolerância, que ainda persistem na sociedade. Intérprete do André, um personagem que tem se transformado muito ao longo dos capítulos, Caio Blat não esconde a felicidade de estar fazendo parte desta história.

“É um prazer poder apresentar uma história assim, mostrar o sofrimento de tantas pessoas que precisam se esconder por causa do preconceito e mostrar como é difícil esconder quem você é e o que você sente”, diz ele, que ainda complementa: “Acho que esta é uma novela madura, as pessoas percebem que são temas contemporâneos que estão sendo tratados com um pano de fundo histórico. Tenho muito orgulho de estar representando esse personagem, que é comovente, lindo”.

Fonte: Gshow


Definido o vilão e o mocinho de 'Outro Homem'


Escalado para a série "Justiça", onde dará vida a um contador que passará 7 anos na cadeia por fazer eutanásia na mulher, Cauã Reymond e Sergio Guizé, foram reservados para interpretarem, respectivamente, o mocinho e o vilão em "Outro Homem", novela prevista para estrear no terceiro trimestre de 2017, após "À Flor da Pele", de Glória Perez, que por sua vez substituirá "A Lei do Amor", sucessora de "Velho Chico". A informação é do colunista de TV Daniel Castro.

De acordo com a publicação, o "Outro Homem" será um melodrama policial. A sinopse, no entanto, ainda é mantida em sigilo na Globo. A direção caberá a Mauro Mendonça Filho, que se destacou no ano passado no comando de "Verdades Secretas".

No ar como Candinho de "Êta Mundo Bom!", o personagem será o primeiro vilão de Sergio, já elogiado pelo diretor do atual folhetim das seis. O ator, namorado de Nathalia Dill, com quem vive trocando declarações de amor na TV, estreou na Globo em 2013, em "Saramandaia". No ano seguinte, foi protagonista de "Alto Astral". Visto em passeios na praia com a filha e a namorada, Cauã, por sua vez, fez o mocinho de "A Regra do Jogo".

A dupla Thelma Guedes e Duca Rachid escrevem novelas juntas desde o remake de "O Profeta", quando foram supervisionadas por Walcyr Carrasco. Depois, elas emplacaram "Cama de Gato", a elogiada "Cordel Encantado" e a vencedora do Emmy Internacional "Joia Rara". O "Outro Homem" será a estreia das duas no horário nobre.

Fonte: MSN


Globo desiste de esticar ‘Haja Coração’


A Globo desistiu de esticar a novela Haja Coração em dois meses. A trama de Daniel Ortiz não irá terminar em janeiro de 2017, como a emissora chegou a planejar. Terá seu último capítulo exibido em 4 de novembro. A Globo pretendia esticar a novela para aproveitar sua boa audiência, mas atores de Haja Coração e de suas sucessoras, Rock Story e Pega Ladrão, protestaram. Artistas como Tatá Werneck e Mariana Ximenes argumentaram que já têm compromissos assumidos com cinema, TV paga e teatro para os dois últimos meses do ano.

Apesar de registrar o melhor início de novela das sete desde 2012, Haja Coração terminará com 137 capítulos. Será uma das mais curtas produções do horário. A novela perdeu duas semanas por causa do prolongamento de Totalmente Demais, que vinha registrando mais de 30 pontos na reta final. Haja Coração teve 26,4 pontos de média na Grande São Paulo em seu primeiro mês de exibição, marca só inferior à de Cheias de Charme (29,1).

A Globo considerou a hipótese de prolongar Haja Coração em apenas duas semanas, mas isso obrigaria Rock Story a entrar no ar na última semana de novembro. Com o horário de verão, o calor e as festas de fim de ano, seria arriscado demais. Optou-se então por levar a atual novela das sete até meados de janeiro, quando o risco para estrear uma nova trama seria menor. Mas isso exigiria renegociar com boa parte do elenco. Antes mesmo de a Globo fazer propostas, agentes dos atores protestaram, e a emissora abortou a ideia.

Fonte: Notícias da TV


Raia e Pereira participarão de 'Haja Coração'


Haja participação especial na novela das 7! Para completar o time de convidados - Thiago Lacerda, Vanessa Lóes e a ex-BBB Ana Paula são alguns nomes já confirmados - em Haja Coração, o autor Daniel Ortiz, adianta outras duas importantes participações: Claudia Raia e Cristina Pereira, que nos anos 80 fizeram parte do elenco de Sassaricando.


Claudia Raia, intérprete de Tancinha na época, agora será estrela do próprio espetáculo na trama. "O Beto (João Baldasserini) leva a feirante para assistir ao musical da atriz. É um encontro muito bonito entre as duas Tancinhas", adianta Daniel. Feliz com os convidados, o autor defende a escolha: "A Claudia é amiga minha e do elenco - considera a Mariana Ximenes uma filha. Ela adorou!".


Já Cristina Pereira viveu Fedora, atual papel de Tatá Werneck. "Ela entra como uma prima da Teodora (Grace Gianoukas) e vai ter uma importância muito grande no desenrolar da trama", revela Daniel.

Satisfeito com a repercussão em torno das participações especiais, o autor não descarta a possibilidade de fazer novos convites: "Estou superfeliz. É lógico que se der para encaixar mais gente que eu gosto, vou tentar”.

Fonte: Gshow


Branca lançará moda em pleno século 19


O grande dia chegou e o casamento de Branca (Nathalia Dill) e Xavier (Bruno Ferrari) promete parar Vila Rica! A jovem tanto teimou que conseguiu arrastar o amado para o altar e a cerimônia será com toda a pompa e circunstância que ela sempre sonhou – a começar pelo vestido, luxuosíssimo.

A peça é toda feita de renda francesa bordada com pérolas e um adorno na cabeça em formato de coroa dá ainda mais brilho à produção. Além de toda ostentação, um detalhe faz a diferença: Branca Farto está lançando moda em pleno século 19!

O fato é que, naquela época, não era usual as noivas se casarem de branco e a personagem chegou a deixar sua "titi" Alexandra (Juliana Carneiro da Cunha) horrorizada ao escolher a cor do vestido. "Quando o Mario Teixeira (autor da trama) escreveu sobre o casamento, eu falei que as noivas não usavam branco. Ele achou isso incrível e aproveitou esse conhecimento para criar uma cena em que ela diz que enjoou no vestido antigo e agora quer casar de branco", conta a figurinista da novela, Paula Carneiro.

 Até meados do século 19, o costume era que as noivas usassem seus melhores vestidos para se casar, e eles podiam ser de qualquer cor. "Quem lançou a moda foi, na verdade, a Rainha Vitória, ao se casar inteiramente de branco com o príncipe Albert, em 1840. A partir daí, a cor branca no vestido passou a simbolizar pureza e castidade", explica a historiadora Rosana Lobo.

No entanto, se tem uma coisa que Branca está longe de ser, é casta! "Ela está em 1808 e lembramos que nem é mais virgem. Como a moda do branco com este significado ainda não tinha pegado, não chega a ser um escândalo... É simplesmente fora do comum. A personagem não chega a ser 'à frente de seu tempo', como a Joaquina (Andreia Horta), mas gosta de chamar a atenção. Então, o branco vem a calhar", conclui a pesquisadora.

Fonte: Gshow


Sergio Guizé leva bronca de diretor da novela


Sergio Guizé , além de dar vida ao Candinho da novela "Êta Mundo Bom! ", é músico e vocalista da banda "Tio Che", elogiada em sua participação no "Superstar". Mas a dupla jornada pode estar gerando problemas para o artista, já que ele tem viajado pelo país para fazer shows. De acordo com Leo Dias, do jornal "O Dia", Sergio foi chamado a atenção na quinta-feira (28) por um diretor da TV Globo porque, no estúdio, ele teria repetido algumas vezes que precisava pegar o avião das 19h para ir à São Paulo, onde faria uma apresentação.

Segundo o colunista, um diretor não gostou da postura do protagonista da novela das seis e o alertou de que o trabalho dele era na Globo e que a banda não passava de um bico. Sergio não teria gostado do que ouviu, mas teria 'engolido' a suposta bronca.

Essa não é a primeira vez que o ator se vê envolvido em comentários de bastidores. Recentemente, ele foi criticado por não passar texto com os demais colegas antes de entrar nos estúdios de gravação da trama de Walcyr Carrasco.

Fonte: MSN


Antônia Morais fará protagonista prostituta


Antonia Morais fará sua primeira protagonista na TV na série Lúcia McCartney, do canal GNT. Na história, baseada nos contos de Rubem Fonseca e com direção de José Henrique Fonseca, ela interpretará uma prostituta e gravará cenas quentes com Eduardo Moscovis.

Em entrevista para o jornal O Globo, publicada nesta segunda-feira (4), ela revelou não estar apreensiva com essas sequências: “Desde o dia em que fui fazer o teste, já me avisaram que teriam essas sequências. Mas sou uma artista. Quando a nudez está inserida no contexto, isso fica em segundo plano. Quero contar a história da melhor forma possível. Estou tranquila”.

Quando foi convidada pelo diretor para fazer o teste, a filha de Gloria Pires preferiu guardar segredo e não revelou para a família nem para o namorado, o ator Wagner Santisteban: “Não gosto de contar antes porque me deixa ansiosa, mas quando revelei, eles ficaram superfelizes. Também me senti muito especial de ter sido escolhida para o papel e do José Henrique ter depositado essa confiança em mim”.

As gravações deste novo trabalho começam em agosto. Enquanto isso, Antonia está passando uma temporada longe de qualquer badalação: “Estou em Goiânia. Antes de um trabalho, gosto de ficar mais isolada, concentrada no que vou fazer. Esse papel vai exigir muito de mim. Quero desconectar e ficar mais quieta. Sou uma pessoa que curte ficar sozinha”.

Fonte: Cena Pop


Fernanda Souza recusa convite para novela


Fora do ar desde o fim de "A Regra do Jogo", Fernanda Souza recusou um convite para fazer parte do elenco de "Sol Nascente", próxima novela das 18h da TV Globo. A atriz negociou seu afastamento dos folhetins até o final de 2016

Segundo a coluna do jornalista Flávio Ricco, a esposa de Thiaguinho quer se dedicar ao seu programa no Multishow

O projeto, uma mistura de talk-show com reality, tem estreia prevista para outubro. Até agora, a morena gravou com Neymar e antigas companheiras do elenco de "Chiquititas" novela do SBT

Em tempo: "Sol Nascente" vai ocupar a vaga de "Êta Mundo Bom" na grade do canal carioca. A trama, assinada por Walther Negrão, será estrelada por Bruno Gagliasso e Giovanna Antonelli

Fonte: MSN


"Plantão" da Globo chega aos 25 anos


"Lá vem tragédia". Esta é uma das reações do público ao ouvir o famoso plantão da Globo. A vinheta, associada a notícias ruins, como acidentes e mortes, interrompe a programação da emissora e está sendo executada como nunca durante a crise política, do impeachment da presidente Dilma Rousseff ao avanço da cassação do deputado Eduardo Cunha.

"Eu acho ótimo", comemora João Nabuco, criador da vinheta do plantão da Globo, ao UOL. "Esse negócio do Cunha foi uma notícia histórica, estávamos esperando há muito tempo esse cara dançar. 'Po-po-ro-po-po'... caiu o Cunha. E isso não é notícia ruim, é notícia boa", brinca.

O músico de 50 anos não se incomoda com a fama "negativa" de sua música, tocada em acontecimentos ruins: "Na verdade, não é uma questão da vinheta. As pessoas acham que notícia ruim é mais urgente do que notícia boa. Se uma pessoa morre, é urgente. Se alguém nasce, pode esperar até 20h30 para ver no 'Jornal Nacional'", analisa.

Assustadora ou não, a trilha caiu nas graças do público, que leva "Plantão da Globo" aos assuntos mais comentados nas redes sociais sempre que aparece de repente na TV. Até William Bonner já brincou com a vinheta no Twitter.


25 anos no ar - A Globo interrompe a programação para noticiar tragédias desde sua inauguração, porém a música estreou somente em agosto de 1991, com William Bonner noticiando a crise na União Soviética. Há quase 25 anos no ar, a vinheta, criada por Hans Donner, foi atualizada até chegar à versão mais recente, sempre com a trilha criada por Nabuco.

O produtor musical relembra que tinha acabado de se formar em música para cinema e televisão na conceituada faculdade de Berklee, em Boston (EUA), quando retornou ao Brasil e tentou uma vaga de maestro arranjador na Globo. Recém-contratado, participou de um concurso para escolher a vinheta do plantão do jornalismo da emissora e venceu.

"Foi totalmente criada por mim, toquei todos os instrumentos. Pensei nas trombetas, a partir daí criei no piano com a minha linguagem. Não imaginava que fosse ficar no ar esse tempo todo", diz Nabuco, surpreso. "Confesso até que acho a gravação ruim, poderia fazer muito melhor hoje em dia, mas gosto do jeito que é. Faz parte da característica dela", admite.

Plantão vende pamonha e vira funk - Nabuco aprova a zoeira na internet e conta que ouviu até "plantão funk": "É utilizada em carro da pamonha, já vi tocar em festas em Goiás, tem gente que coloca como toque de celular só quando a 'patroa' liga. A glória do músico é quando o público acha que sua obra é domínio público, porque parece que sua obra sempre esteve ali. No meu ponto de vista, é um grande elogio".

Por causa do sucesso, a trilha já foi usada por marcas sem autorização de Nabuco, que registrou a música no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e condena o uso indevido para fins lucrativos. "Acho interessante quando não está faturando em cima da obra de outro", adverte.

Após dois anos na Globo, Nabuco passou a criar trilhas sonoras de filmes e documentários, como a sequência "Pequeno Dicionário Amoroso" (1996 e 2016), de Sandra Werneck, e "Ônibus 174" (2002), de José Padilha. Também produziu o álbum "Negalora: Íntimo" (2011), de Claudia Leitte, e trabalhou no programa de Maria Bethânia no canal pago Arte 1.

Uma de suas músicas foi escolhida pela Fifa para o game da Copa do Mundo para Playstation, em 2014. "É engraçado que fiz para as manifestações de junho de 2013 e, embora o pessoal do game não tenha percebido, porque são americanos, a música fala de corrupção e estava rolando muita corrupção na Fifa", ironiza.

Fonte: UOL


Leão Lobo revela estupro aos 16 anos


Leão Lobo, com 43 anos de carreira, é um dos mais famosos jornalistas de celebridades do Brasil. O apresentador já viu e ouviu as histórias mais curiosas no meio artístico. Em uma entrevista ao Diário de São Paulo, divulgada neste domingo (10), ele contou sobre o preconceito com o trabalho: “Você tem de estar ali, em cima da fonte, dá tanto trabalho quanto qualquer notícia de economia".

O "fofoqueiro" da TV possui diversos processos, mas nada que lhe tire a paz. No entanto, ele revela um trauma na adolescência, o de ter sido abusado sexualmente. Leão Lobo conta que os agressores o perseguiram com um revólver quando ele tentava fugir e que não sabe como escapou com vida.

"Eu sofri um estupro quando tinha 16 anos. Foi na praia em Mongaguá. Uns rapazes me levaram para uma casa, me trancaram e fizeram o diabo que você possa imaginar. Arrancaram muitas peças minhas, roupas, um cinto que a minha mãe tinha feito pra mim, com muito carinho, me lembro dele até hoje. Foi uma coisa horrorosa. Não sei como estou vivo, pra dizer bem a verdade. Eu lembro que eu fugi, o desespero foi tanto que eu arranquei a porta com os pregos e tudo e saí correndo. Aí, eu caí, um dos caras veio com o revólver atrás de mim e fui salvo por um casal de caiçaras, que tomava conta da casa. Nem agradeci o casal, porque não tinha condições na época. Eu era um menino, estava descobrindo a sexualidade, então foi muito traumático pra mim" 

Ainda sobre a sua adolescência, o apresentador conta que sofreu muito bullying por ser gay: "Sofri muito preconceito, de apanhar na rua, de olhar pro cara, vir uma turma e me deixar ensanguentado no chão... Então, quer dizer, foi mais do que um preconceito levezinho. Fora essa coisa de xingar quando você passa".

Conta que já superou o estupro e fala sobre seus relacionamentos.

"Tive namorados que deram golpe, roubaram meu dinheiro... Tive tudo que você pode imaginar. Eu fico quietinho, na minha, mas teve de tudo. Se eu tinha de viver essa vida de homossexual no Brasil, vivi por todos os ângulos, de todos os jeitos".

O jornalista contou como foi a decisão de ter tido uma filha, e afirma que na verdade foi a criança que o adotou, na época.

"A Ana Beatriz nasceu na minha casa, a mãe dela trabalhava comigo e estava grávida. Aí ela falou que ia fazer um aborto e eu não deixei, disse que ia ajudar a criar. Na verdade, não imaginava ser pai, imaginava que fosse ajudar a cuidar. Só que você vai se envolvendo, se apaixonando e, quando ela nasceu, eu já era o pai (risos). Com oito meses ela falou: “Mamã, papá”... A partir desse dia, ela me adotou (risos). Ela está com 24 anos, é minha paixão, tudo na minha vida. E agora tem minha neta, Laura. Uma bonequinha, de 10 meses".

Fonte: MSN


Pedro Bismarck se afasta da TV


Pedro Bismarck, mais conhecido como Nerso da Capitinga, está longe da TV desde 2012, quando encerrou seu contrato com a Globo, onde fez diversas participações em humorísticos como Zorra Total e Escolinha do Professor Raimundo.

Com mais de 30 anos de carreira, o comediante saiu de cena e retornou para sua terra natal no interior de Minas Gerais.  Atualmente, Pedro Bismarck vive num sítio em Piau, cidade de três mil habitantes, a cerca de 30 quilômetros de Juiz de Fora.

De acordo com o jornal Extra, Pedro Bismarck vive afastado e recentemente perdeu sua esposa, Maria José, que faleceu no dia 18 de maio em decorrência de um enfarte fulminante.

Aos 54 anos, o intérprete de um dos personagens do humor mais conhecido do Brasil mora em um refúgio onde a internet limitada e telefone não tem sinal.

Uma vida de paz e sossego para tentar superar a perda da esposa. “Acho que superar a perda de alguém que se torna um só, contigo, é impossível. Você nunca mais se torna o mesmo. Foram 33 anos de um casamento cheio de cumplicidade e muito feliz”, lamentou ele ao jornal.

Apesar da dor, Pedro Bismarck não esquece nunca da sua missão de fazer rir. “Recebi um dom de Deus, que foi o de trazer alegria para a vida das pessoas. E isso, consequentemente, me fez enxergar tudo com outros olhos. Não vou dizer que é fácil, mas estou seguindo com a minha missão, com a certeza de que ela (Maria) gostaria muito de que eu fizesse exatamente isso”.

Mesmo sem fazer televisão como antes, o humorista viaja o país com a peça Nerso em 3D, 30 Anos de Riso, um show comemorativo pelas três décadas do personagem que ganhou o Brasil e faz, em média, 15 shows por mês.

Nerso faz o show mas logo Pedro volta para a paz do interior. “Sabe aquela coisa que todos dizem buscar a vida toda? Aquela ‘tal felicidade’? Foi lá onde eu a encontrei. É tudo o que eu pedi a Deus. Eu pesco, cuido da terra, plantas, bichos, leio, reúno a família (os três filhos, já adultos, e os quatro netos), tudo com a calmaria do campo. Quando volto à TV? Não posso dizer ao certo, mas, quem sabe um dia?”.

Fonte: Observatório da TV


Thalma de Freitas desiste das novelas


Quando estava prestes a completar 40 anos, em 2012, Thalma de Freitas entrou em crise. A atriz, que fazia parte do elenco Malhação, sentia vontade de mudar de vida. Ao engravidar do namorado, o fotógrafo irlandês Brian Cross, largou tudo e se mudou para Los Angeles, nos Estados Unidos. Hoje, aos 42, mãe de uma menina de 3, ela dá outros rumos à carreira. No ar na reprise de Laços de Família (2000), no canal Viva, e depois de 14 folhetins em 18 anos, Thalma diz que não pretende voltar a fazer novelas.

"Não sou uma pessoa nostálgica. Trabalhei durante 18 anos na Globo, 14 como funcionária exclusiva, e sei que isso é um privilégio. Em Hollywood, as pessoas reconhecem e respeitam essa experiência. Tudo o que vivi na TV brasileira agrega muito valor à minha nova fase de vida, mas sem nostalgia", diz.

Recentemente, Thalma recusou convites para voltar às novelas. "Para quem gostava do meu trabalho, agora pode seguir os passos da atriz Jéssica Ellen, que fez minha filha em Malhação", sugere aos saudosos, citando a intérprete de Adele de Totalmente Demais.

A atriz e cantora vive hoje de música. Colabora com vários artistas nos Estados Unidos e se prepara para seu primeiro show solo em território norte-americano.

Como compositora, Thalma já teve suas músicas gravadas por artistas como Gal Costa (a canção Ecstasy) e Gabi Amarantos (Chuva). Filha de um pianista e maestro, ela já lançou três CDs, em 1996, 2004 e 2007. Seu primeiro show solo nos Estados Unidos está marcado para o dia 4 de agosto, em Los Angeles, com músicas em português.

Thalma também visa construir uma carreira internacional como atriz. Ela estuda fotografia e edição em um estúdio e trabalha como voluntária na distribuidora Array, propriedade da diretora Ava Duvernay (de Selma, indicado ao Oscar de melhor filme em 2015). Em seu currículo vitae, afirma ter habilidades para lidar com figurino, produção, direção e, claro, atuação. "Aqui, resolvi me dedicar a uma parte mais técnica [do trabalho], porque nunca tive chance de fazer isso no Brasil", explica.

Fonte: Notícias da TV


Guilherme Karam morre aos 58 anos no Rio


O ator Guilherme Karam morreu na manhã desta quinta-feira, no Rio. Ele estava internado havia cerca de dois anos no Hospital Naval Marcílio Dias, na Zona Norte, tratando da síndrome de Machado - Joseph, uma doença degenerativa. A informação foi confirmada ao EXTRA por familiares do ator, que seguem neste momento para o hospital.

O último trabalho de Guilherme Karam na televisão foi na novela "América", em 2005. O ator conquistou o carinho do público quando integrou o elenco de "TV Pirata".

No humorístico, ele eternizou diversos personagens, como o apresentador da TV Macho, Zeca Bordoada, e o capanga Agronopoulos.

Em setembro, o pai de Guilherme Karam, o militar aposentado Alfredo Karam, contou ao EXTRA que o artista teve uma piora em seu quadro de saúde.

“Estive no hospital, como sempre faço, e ele não está bem. Já vi a mesma coisa acontecer com o irmão e a mãe dele. O pulmão começou a dar problemas”, relatou: “Infelizmente, não tenho boas notícias. Só resta pedir a Deus para que ele não sofra”.

O relato triste do pai, almirante que foi ministro do governo Figueiredo, é de alguém desesperançoso. Guilherme Karam perdeu a mãe e um irmão com a mesma doença, infelizmente hereditária. As visitas que aconteciam há seis meses, quando o ator passou a permitir a presença de poucos amigos como a atriz Tessy Callado, também cessaram. “Ele não fala mais, só se comunica com os olhos. É difícil aceitar ser visto assim”, justifica Alfredo.

Guilherme é dependente do pai, mas recebe um salário da TV Globo, onde trabalhou até fazer “América”, há dez anos.

“É pelo reconhecimento do trabalho dele, de tudo o que ele fez lá”, avalia o pai: “Eu conto com Deus e minha fé. Tudo o que não queria é que meus filhos sofressem. Mas essa doença é minha sina”.

Guilherme herdou a doença da mãe, que repassou também aos outros três filhos. Dois morrerem, além da mãe, e uma irmã de Karan se mantém em uma cadeira de rodas.

"Ele herdou da mãe. Perdi um filho com a mesma doença. Guilherme fica na cadeira de rodas o tempo todo. Tem horas que ele está lúcido e tem horas que não", diz seu pai, Alfredo.

A síndrome de Machado-Joseph é uma doença autossômica dominante, o que significa que ela é genética e hereditária, podendo ser transmitida pelo pai ou mãe. A doença é causada por uma mutação no gene do cromossomo 14, que gera uma proteína anormal (a ataxina 3) que se acumula dentro de algumas células do cérebro.

O diagnóstico é feito através de uma conversa com o paciente, onde é verificado se existe algum histórico da doença na família. Pode-se também realizar um teste genético para verificar a existência da síndrome. O tratamento é paliativo, ou seja, apesar de pesquisas, ainda não encontraram uma vacina ou tratamento que extermine a doença.

Enquanto ainda estava em casa Guilherme Karam, que também sofre de problemas na coluna, vivia sob os cuidados de dois enfermeiros, e recebia, três vezes por semana, a visita de um fisioterapeuta. É o máximo de contato que ele tinha com o mundo externo. Deprimido, ele não quer receber visitas.

Fonte: Jornal Extra


‘Dez Mandamentos’ chega ao fim de forma melancólica


Depois de ter esgotado todas as possibilidades de Os Dez Mandamentos, que virou livro, filme e até musical, a Record finalmente encerra a segunda temporada da novela com o trunfo de ter chacoalhado o mercado audiovisual e reaquecido a disputa por pontos de audiência. Mas nem só números fazem de um folhetim um produto de qualidade. A trama bíblica é a prova de que a falta de planejamento pode destruir um projeto que tinha tudo para terminar com êxito máximo, mas que definhou com erros sofríveis de escalação de elenco, maquiagem e cenografia.

A enrolação tomou conta já do final da primeira temporada, em novembro de 2015, e não desapareceu na segunda fase da história, a partir de março deste ano. Surgiram novos reinos hostis a Moisés (Guilherme Winter), num lampejo de inspiração da autora Vivian de Oliveira em Game of Thrones (HBO). O problema é que a mira foi mal apontada, e o resultado no vídeo foi bem aquém (mas bota aquém nisso) da série norte americana _traçar comparações seria até injusto.

Além dos cenários artificiais, que mais pareciam carros alegóricos de escolas de samba do grupo de acesso, a caracterização dos personagens foi sofrível: barbas e perucas evidentemente falsas não ajudaram em nada a passar a imagem envelhecida que marcou os 40 anos em que Moisés conduziu seu povo pelo deserto. Teria sido melhor trocar o elenco _se houvesse elenco. Afinal, a audiência já estava consolidada.

A cena da morte de Arão (Petrônio Gontijo), na segunda feira (27), foi um marco da maquiagem malfeita. A câmera mostrou apenas closes dos pés, dos ombros e das costas do personagem, que se despiu antes de morrer, evitando assim um trabalho mais rigoroso tanto da maquiagem quanto da direção. Sequência preguiçosa que prejudicou a grandiosidade da cena.



Também faltou apuro técnico para disfarçar os efeitos de chroma key utilizados à exaustão nas cenas dos hebreus caminhando pelo deserto. Lembrou os programas da MTV Brasil nos idos dos anos 1990. E o que dizer das batalhas dos hebreus em direção à Terra Prometida em que, a despeito dos inúmeros golpes, nenhuma gota de sangue foi derramada? Esqueceram esse detalhe na pós produção?

Cenas longas, marcadas por uma trilha sonora bastante pontuada, intensificaram o melodrama. Mas nem mesmo a narrativa excessivamente lenta espantou o público. Os Dez Mandamentos serviu, ao menos, para mostrar que não precisa colocar o elenco se esgoelando para conquistar audiência.

Por falar em elenco, salta aos olhos algumas escalações evidentemente erradas, como a de Juliana Didone (Leila), jovem demais para o papel de uma anciã. Outra personagem prejudicada pela idade foi Betânia (Marcela Barrozo). Alguns atores, porém, tiveram destaque nessa segunda temporada. É o caso de Denise Del Vecchio (Joquebede), Petrônio Gontijo e Vitor Hugo (Corá), que defenderam bem seus personagens. Guilherme Winter, visivelmente exausto, parece ter ligado a interpretação no automático e deixou o rendimento de Moisés cair entre uma fase e outra da novela.

Já a ideia de começar a introduzir os personagens de A Terra Prometida foi uma boa maneira de fazer a passagem para a próxima novela da emissora: manteve a unidade entre as tramas e, didaticamente, apresentou os próximos caminhos que a nova narrativa bíblica deve seguir.

Os Dez Mandamentos cumpriu com seu intento e conquistou um rebanho de fiéis, além de ter sido, sem dúvida, uma novela evangelizadora, bem mais do que qualquer outra minissérie bíblica que a Record já produziu. Foi um nicho encontrado e que o histórico da emissora não deixa dúvidas na hora de afirmar: será usado até seu esgotamento.

O desafio de A Terra Prometida é grande: ao mesmo tempo em que tem de manter os índices, precisa ser (bem) melhor do que a antecessora.

Fonte: Notícias da TV


Os astros que venceram pela persistência

Confira sete celebridades que tiveram um começo difícil na carreira, persistiram, lutaram contra tudo e contra todos, e acabaram realizando seus sonhos e se tornando celebridades mundiais:


Nesta quarta-feira, dia 6, Sylvester Stallone completa 70 anos de idade! O ator é conhecido por seus papéis de peso no cinema e não existe uma pessoa que não conheça o astro. Mas você sabia que, para alcançar o sucesso, ele passou por algumas situações complicadas no início de sua carreira? Antes de estrelar nas telonas ele ficou tão pobre que chegou a morar na rua. Para sobreviver, ele ainda vendeu o seu cachorro para um desconhecido. Uma luta de boxe de Muhammad Ali o inspirou a escrever Rocky, que até agradou um estúdio de cinema, mas não o queriam como personagem principal do filme. Sylvester persistiu em não vender o seu roteiro sem que estrelasse o longa e, após inúmeras tentativas, assinou um acordo com o estúdio e interpretou o famoso boxeador. Sabe qual a primeira coisa que ele fez após conseguir o primeiro salário com a produção? Resgatar o seu cachorro! O resto você já sabe, não é mesmo? Sylvester dominou por anos o mundo dos filmes de ação!


Vin Diesel também não teve um começo muito fácil. Seu sonho era ser um ator profissional e, apesar de ser experiente e ter curso de teatro, ele não agradou ninguém em Hollywood. Ele tentou por um ano, até que desistiu e voltou para Nova York. Quando descobriu que ele poderia fazer os seus próprios filmes, ele juntou todas as suas economias e dirigiu, produziu, escreveu e estrelou seu próprio curta-metragem, cuja história foi baseada em suas experiências. Com sorte e talento, o curta impressionou Steven Spielberg, que anotou o nome de Diesel para chamá-lo em outra ocasião. Anos depois, lá estava Vin atuando em O Resgate do Soldado Ryan à convite de Spielberg. Legal, não é mesmo?


Jim Carrey tem uma das carreiras mais emocionantes. Ele se interessou pela comédia desde pequeno, escrevendo roteiros engraçados para apresentar em sua escola, além de fazer pequenas performances para seus amigos. Sua família era muito pobre e quando ele tinha 15 anos de idade teve que largar os estudos para ajudar a manter a casa em que morava com os pais e os irmãos. Quando ele foi apresentar seu primeiro stand up, foi cruelmente vaiado pelo público. Em outras oportunidades, ele simplesmente não era levado a sério e não conseguia os papéis que queria dentro da comédia. Felizmente, a sua persistência e otimismo o levaram ao grande sucesso que é hoje em dia, sendo um ator reconhecido pela pluralidade.


Jay-Z foi rejeitado por inúmeras gravadoras no começo de sua carreira. Com muito esforço e totalmente sozinho, sem nenhum apoio, ele conseguiu lançar um álbum inteiro. Entretanto, ele ainda teve dificuldades quando foi acusado injustamente de esfaquear uma pessoa pouco tempo depois de ter seu primeiro disco produzido. Ele foi julgado e declarado inocente, mas depois acabou sendo pego por um crime bem menor e ficou três anos em liberdade condicional. Sua família também era extremamente pobre, o que tornou as coisas ainda mais difíceis. Felizmente, ele acabou vencendo estes obstáculos e se tornou um dos maiores rappers e produtores musicais da atualidade.


O mesmo aconteceu com J. K Rowling, que também teve Harry Potter rejeitado por inúmeras editoras. Quando começou a escrever a história do bruxinho, sua mãe veio a falecer após dez anos lutando contra uma doença. Anos depois, ela acabou se casando e se divorciando, se tornando uma mãe solteira. Ela ainda sofreu de depressão e lutou contra o governo para ter a guarda de sua filha. Apesar de todas as complicações, a autora conseguiu vencer os obstáculos e nem é preciso dizer o quanto Harry Potter é uma verdadeira febre mundial, não é mesmo?


Oprah Winfrey era muito pobre e sofria abusos sexuais desde pequena. Quando tinha 14 anos de idade ela ficou grávida, mas seu bebê morreu no parto. Entretanto, na mesma época, ela foi morar com o seu pai, que a encorajou a estudar, o que mudou sua vida. Ela conseguiu uma vaga em uma boa universidade e um trabalho na televisão. Entretanto, o começo dentro da indústria ainda foi difícil, já que ela foi demitida e passou por poucas e boas até conseguir ser apresentadora. Hoje, ela tem o seu próprio programa e é conhecida mundialmente.


Katy Perry largou a escola para ir atrás do seu sonho de ser cantora. No início, ela era uma cantora gospel. Perry conseguiu uma gravadora para lançar o seu primeiro álbum, que foi um verdadeiro fracasso de vendas. Sem lucro para nenhuma das partes, a gravadora demitiu Katy, deixando-a sem nenhum apoio. Ela arrumou outras gravadoras no processo e mudou seu estilo diversas vezes, chegando a ser vocalista de uma banda. Entretanto, foi rejeitada mais três vezes. De 1999, época em que deixou os estudos, até 2006, Perry lutou pelo seu sonho e após muitos anos de persistência veio o single I Kissed a Girl, que a fez fazer sucesso.

Fonte: MSN

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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